domingo, 27 de setembro de 2009

InVeJa - por Rubem Amorese

do site: www.cristianismocriativo.com.br

Ciúme é querer manter o que se tem; cobiça é querer o que não se tem;
inveja é querer que o outro não tenha (Zuenir Ventura)

Diferentemente da ira ou da gula, a inveja é uma condição emocional sorrateira. Ela queima como fogo de palha, por baixo, sem fumaça.

A ira produz erupções violentas; a gula compromete nosso manequim; a preguiça faz nosso chefe reclamar; a luxúria nos afasta até da família mais liberal; mas a inveja dificilmente aparece, pois o comportamento de um invejoso não difere muito de um crítico, de um ressentido, de um coração magoado.

Nenhuma dessas condições é, propriamente, inveja. Mas esta pode estar “orquestrando” a todas aquelas, por trás. Ela pode até mesmo produzir elogios e dar presentes. Este foi o caso de Saul, em relação a Davi. O rei entregou ao rapaz um comando em seu exército e lhe ofereceu a mão de sua filha em casamento — na esperança de fazê-lo “ir a óbito” (1 Sm 18:5-29).

Como não sabe criar, o diabo distorce. Então, para produzir a inveja ele corrompeu a admiração, transformando-a no segundo pecado mais daninho que o ser humano já provou. Admirar é a capacidade de se deixar impactar pelo excepcional, pelo espantoso, de uma forma generosa, abnegada e contente.

Diz-se que a inveja só perde para o orgulho, em poder de destruição, em poder de potencializar o que há de pior no ser humano. A inveja é o maestro de nossos outros pecados. E corta para os dois lados: o do invejado e o do invejoso. A inveja é potencialmente homicida e suicida, ao mesmo tempo. Esse potencial raramente atinge seu clímax, revelando-se apenas como sentimento mesquinho, do tipo “se não posso ir a esse churrasco, que chova”.

Esse pecado advém de uma necessidade de nos compararmos com os outros. E ao encontrarmos neles motivos de admiração, sofremos, em vez de, simplesmente, nos alegrarmos. E aí está a obra do diabo: o invejoso sempre se compara e sofre com o bem dos outros que, para ele, é sempre maior e melhor (um problema de auto-estima). A grama do quintal do vizinho é sempre mais verde.

Assim, tudo começa com algo vindo de Deus: a capacidade de admirar e de se admirar. E nunca admiramos o trivial ou mesmo algo bom que tenhamos ou sejamos.

Normalmente, só o narcisista admira algo que ele próprio tem ou é. Admira-nos aquilo que não encontramos em nós mesmos, como capacidades artísticas, dons, beleza, inteligência, posses etc. Em especial, quando alguém nos “vence” em algum ponto em que nos consideramos fortes.

É aí que o inimigo semeia a inveja, fazendo com que essa admiração se transforme de alegria em sofrimento, sem muita consciência da razão. Passo seguinte, inconscientemente desejamos “vencer” essa competição. Mas o inimigo não nos dá força para tal. Sugere-nos, ao contrário, o expediente de Caim. Ou o de Saul; com a língua desempenhando o papel da lança. Ou, se precisarmos de ajuda, que fundemos a fraternidade dos “irmãos de José”.

Sentir inveja é pecado. Mas tornar-se invejoso é mais grave ainda. Vemos em Pv 14:30 que ela nos faz adoecer: “a inveja é a podridão dos ossos”. E isso acontece quando esse pecado se instala em nossa alma. De alguma forma perversa, essa atitude “nos ajuda a viver”, criando em nosso coração mecanismos de auto-justificação. E o invejoso passa a achar que “o que fizeram com ele justifica sua reação”. Afinal, todos lhe estão devendo.

Aninhada na placenta do nosso coração, ela agora se multiplica em ninhada. Surgem, por exemplo, o ódio, a ira, o homicídio e uma infinidade de pequenas transgressões (cometidas pelo invejoso covarde), com um só objetivo: humilhar ou destruir o invejado. Vêm, então, a difamação, a calúnia, o desmerecimento, a crítica destrutiva, a palavra amarga e uma indisfarçável alegria com o infortúnio do outro. Do “inimigo”.

Resultado, esse pecado nos lança num mundo de trevas. Já não nos alegramos com o que temos ou somos (a não ser que ninguém mais tenha ou seja — mas aí já não tem graça); já não somos gratos a Deus pelo que nos deu (como pôde o Senhor abençoar aquela criatura!?); já não somos edificantes, e sim desconstrutores. Passamos boa parte da vida a nos comparar com os outros. E nossa baixa auto-estima nos faz “admirar” as coisas boas que encontramos neles — e isso nos consome! Está ficando pesado? Uma paradinha.

Dois amigos passeavam na calçada quando um deles chutou uma espécie de lata velha. Era uma lâmpada de gênio, que, tendo sido acordado, apareceu e disse: estive preso nessa lâmpada por muitos séculos e estou muito cansado. Portanto, vocês têm direito a apenas um pedido. Façam logo, pois não tenho tempo a perder. Um dos amigos, animado, pediu para ficar rico, e foi logo atendido pelo gênio. O segundo amigo viu aquilo tudo e pediu: quero que meu amigo volte ao que ele era antes.

Outra versão, mais dramática, diz que o gênio impôs uma condição para o pedido único: tudo o que um deles pedisse seria dado também e em dobro para o outro. Aí, o amigo invejoso se adiantou e pediu: quero que você me tire um olho.

Aí está a sabedoria popular a nos ensinar que o invejoso não consegue construir. Bastaria aproveitar a chance única e ser muito feliz. Mas a felicidade do companheiro torna-se um problema. E ele prefere destruir. Nem que precise sofrer.

Mas nem tudo está perdido. Deus colocou recursos espirituais à nossa disposição para vencermos a inveja. Eis alguns, encontrados na literatura como virtudes antagônicas a esse pecado: amor, gratidão, compaixão, misericórdia e lamento.

Examinando cada uma delas, faço minha opção pelo amor diligente. Aquele amor dinâmico, capaz de me transformar, pela busca do poder do Espírito de Deus. Ouça Jesus: “...eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem”. Ouça Paulo: “abençoai os que vos perseguem, abençoai e não amaldiçoeis”. Ainda Paulo: “...pelo contrário, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber...”

Se eu examinar meu próprio coração(*) e me descobrir invejoso e, por isso mesmo, agredido, humilhado e perseguido por gente que, de “tão boa”, se tornou meu algoz — e quiser mudar—, buscarei o Senhor em meu quarto e lhe pedirei que me ajude a abençoar, a falar bem “pelas costas”, a elogiar esse “inimigo”. E pedirei mais: que Deus me dê oportunidades e meios (emocionais) de lhe “lavar os pés”. Sabemos que, na medida da resposta de Deus, a minha redenção se manifestará na forma de serviços a esse “inimigo”. Serviços que remodelarão meu coração egoísta em abnegado e generoso, capaz de, solidariamente, alegrar-se com os que se alegram e chorar com os que choram. Serviços como aqueles com que meu Mestre serviu. E nessa atitude, “teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (Mt 6: 4, 6 e 18).

Assim, mais uma vez, da cruz de Cristo e também da minha; da humilhação, agora voluntária, há de vir a vitória.

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(*) O Ministério da Saúde Espiritual adverte: este texto não deve ser utilizado em diagnósticos de terceiros. Serve apenas para introspecção. Não desaparecendo os sintomas, procure seu pastor.

 

 

sábado, 5 de setembro de 2009

CoMenDo BrInQuEdOs !!!

big mac  Na última semana, após levar meu sobrinho ao tão amado Mc Donald´s (falo por mim…amo aquele lanche esquisito e nada saudável!), algo começou a martelar meus neurônios: afinal, quando as crianças vão lá, estão indo para comer hamburgeres ou brinquedos???

Como se não bastasse, nesta semana fomos ao Habbib´s e, mais uma vez, em meio a bichinhos fofos que se movimentam ao darmos corda (juro que eu até queria uma joaninha!!!), percebi tantas crianças comendo…

Então, vem a dúvida: elas estavam comendo o lanche, a esfirra ou O BRINQUEDO????

Com certeza, o preço (salgado) do lanche, era praticamente em função do brinquedo e, logo descobri que se quisermos comprar apenas o brinquedinho fofo, pagamos pelo mesmo preço do lanche com o brinquedo. Interessante! Compramos o brinquedo e ganhamos o lanche então??? Até que ponto isto tem alguma coerência?

Entendo que é necessário ganhar a atenção dos pequenos para que, no futuro, sejam os gordos e hipertensos consumidores compulsivos do lanchinho nada saudável (calma…eu nem vou tanto assim lá!). Mas, não seria digno de uma intervenção esse tipo de estratégia de venda de hamburgeres nada saudáveis, com essa condição de ganhar um brinquedinho fofo, que muitas vezes é vista como vantajosa pelos pequenos consumidores e seus responsáveis?  Até onde é justo convencer uma criança a comer em troca de um brinquedo?

Ninguém coloca em promoção de Mc Lanche Feliz a combinação de saladinha com brinquedinho de prêmio, né?

Penso…seria melhor comer só o brinquedo? Pelo menos não alteraria o colesterol…

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

AiNdA sObRe O tAl JeSuS...

...Talvez esteja mais próximo da imagem que eu gostaria de realmente usar agora...quem sabe!

Bem, como já dizia, Jesus era alguém de personalidade bastante intrigante!
Ainda citando Augusto Cury, em " Análise da Inteligência de Cristo", podemos relacionar algumas destas características tão intrigantes da personalidade de Cristo. Vejamos:

- Não cresceu debaixo da cultura clássica de sua época;
- Produziu pensamento de profunda complexidade;
- Perturbou profundamente a inteligência dos homens mais cultos com apenas 30 e poucos anos de idade;
- Chocava os intelectuais;
- Cresceu humildemente e, ao invés de se preocupar com suas próprias dores e querer que o mundo girasse ao seu redor, ele se preocupava mais com as dores e necessidades alheias;
- Muitos não o toleraram, mas ele foi tolerante com todos e dócil com seus mais poderosos opositores;
- Foi incompreendido, rejeitado, zombado, cuspido no rosto, ferido física e psicologicamente. Porém, apesar da miséria e sofrimento, não desenvolveu uma emoção agressiva e ansiosa; pelo contrário, ele exaltava tranqüilidade diante das mais tensas situações e ainda tinha fôlego para discursar sobre o amor no mais poético sentido;
- Cristo era imprevisível, mas tinha plena consciência do que fazia;
- Tinha metas e prioridades bem estabelecidas;
- Era seguro e determinado, ao mesmo tempo flexível, extremamente atencioso e educado;
- Tinha grande paciência para educar, mas não era um mestre passivo, e sim provocador, levando as pessoas a pensarem e não apenas “engolirem” o que dizia;
- Ele despertava a sede de conhecimento em seus íntimos;
- Não se preocupava em informar as pessoas, mas formá-las;
- Era econômico ao falar, dizendo muito com poucas palavras;
- Era ousadíssimo em expressar seus pensamentos, embora vivesse numa época em que imperava o autoritarismo;
- Era corajoso em expressar-se;
- Mesclava a singeleza com a eloqüência, a humildade com a coragem intelectual, a amabilidade com a perspicácia;
- Falava poeticamente de suas misérias;
- Não procurava ser o centro das atenções;
- Não se auto promovia nem se auto elogiava;
- Não falava de sua identidade claramente, mas deixava as pessoas que conviviam com ele usarem sua capacidade de pensar e a descobrissem por si mesmos;
- Convivia com todos sem qualquer valor social;
- Nunca discriminou ninguém e era avesso a isto;
- Ele se doava sem esperar nada em troca;
- Cristo dava mais importância à história das pessoas do que aos pecados cometidos por elas, como ato moral em si, pois amava as pessoas e não o que elas faziam;
- Gostava de ouvir as pessoas e entrava no mundo delas, percorrendo a trajetória de suas vidas.
Enfim, escreveria linhas e linhas a respeito desta personalidade tão intrigante e ao mesmo tempo tão fascinante!
E ainda me restaria a pergunta: é possível ter sido Cristo uma invenção da mente humana?
Se inventamos apenas aquilo que conhecemos ou temos como capacidade através de nossa bagagem intelectual ou pelo que vivenciamos e temos a necessidade de desenvolver para facilitar nossa vida, como um ser humano, impossibilitado por sua natureza a ter a personalidade de Cristo, geraria um personagem como ele?
Me perdoem os céticos: é impossível!
Ele realmente existiu!!!

domingo, 26 de julho de 2009

JeSuS ...

É, este mesmo: JESUS CRISTO!
Interessante a quantidade de textos, estudos, opiniões e crenças sobre ele. Dificil não ter algo a dizer a seu respeito, mesmo que seja apenas por crença.
Muitos livros o retrataram além da Bíblia, com suposições ou contrariedades a seu respeito, e, o mais atual talvez "A Cabana" que, por não ter terminado ainda a leitura, prefiro ainda não me referir, embora não esteja gostando muito.
No entanto, um autor que muito me chama a atenção é Augusto Cury em seus estudos sobre a "Análise da Inteligência de Cristo". Muitos já recomendaram, criticaram, condenaram ou exaltaram esta produção deste brasileiro que, como um ateu instigado pela fama deste Homem, decidiu pesquisá-lo sob um ponto de vista meramente humano. E como foi feliz nesta realização!
Tantas pessoas se referem a Cristo de forma tão religiosa que nunca param para pensar em sua personalidade humana, sua conduta, sua ética e a forma como se dirigia às pessoas.
Não estou colocando em questão sua divindade nem estou duvidando de sua existência; pelo contrário, quanto mais conheço sua história, mais tenho a certeza de que a mente humana nunca seria capaz de criar um ser como Jesus, simplesmente como um personagem literário/ fictício. Sua personalidade foge totalmente da nossa capacidade humana de idealizá-lo!
Aliás, existiu mais alguém com tamanha influência no mundo e na história como ele? Mais alguém dividiu a história? Teria existido outro ser humano com idéias como as dele?
Não...ninguém o superou!
Aliás, não posso deixar de comentar que, nesta postagem, foi impossível selecionar uma imagem que retratasse a Cristo como eu realmente gostaria de colocar, pois todas as encontradas retratavam apenas um homem sofredor e triste.
Como teria sido o sorriso de Jesus? Como será que ele reagia nos momentos de alegria?
Não posso aceitar apenas estas imagens de um homem sem vida no olhar, angustiado pelo sofrimento que passaria. Tenho a certeza de que Jesus sorriu muito, brincou muito também e tinha uma expressão extremamente forte diante da vida...
...ou alguém acredita que um homem aparentemente "sem sal" seria tão influente ao ponto de dividir a história?

quinta-feira, 30 de abril de 2009

PaLaVrAs QuE aDoÇam...PeSsOaS qUe NoS fAzEm SoNhAr...

"Teresa, não. As outras não sei, mas ela, com certeza, não. Nunca reclama. Parece um doce que não desanda. Sentada na varanda da sua casinha modesta, mas limpinha, casinha branca de janelas azuis, tão de brinquedo que parece uma pintura. Florezinhas plantadas em latas de óleo vazias, um gato malhado que dorme no primeiro degrau. Borboletas voando que estalam as asas, feito quem diz: “Ai, que bom viver! Ai, que delícia”. Ali não é um lugar, é uma lembrança de infância.
Será por isso que os filhos nunca aparecem? Nem para as festas? As comadres falam “que absurdo!” e outras exclamações cheias de vogais. Teresa, não. Nunca reclama. Ao invés, faz mais doces, mais e mais. E tão difícil que é, veja só: num fogão de lenha! Tem que catar graveto, que ela não tem dinheiro para encomendar lenha já cortada, como a vizinha Salete, aposentada do Correio. Que quê tem? Graveto dá no chão, graveto dá de graça. É só pegar.
Teresa pega as coisas do ar. Com seus olhinhos de jabuticaba, só faz sonhar. Por isso que a vida não dói. Fazendo beiradas de paninhos de copa, vai cabeceando, cabeceando até cochilar. Entra no sonho, toma um sorvete com o primeiro namorado, brinca de roda com as amigas de longas tranças, banho de rio, rouba goiaba e faz doce de tacho... Acorda com o cheiro do doce de verdade. Quase passou da hora de tirar do fogo!
Teresa gostava muito de filme de bangue-bangue. Perdia tempo escrevendo cartas compridas para uma sua prima do interior mais interior que o dela. E tendo já uma queda para o doce, ia matando menos índios, dando menos tiros, amansando os gritos, aumentando os romances e suspiros, terminando por fazer do tal filme, um melado. Mas agradava. A prima sempre respondia agradecida, dizendo que não perderia de jeito nenhum o tal filme quando passasse em sua cidade. Que nunca ia ser: no interior do interior ninguém nem sabia o que era filme, que dirá cinema.
Isso quando era menina-moça. Depois, o marido largou dela e teve de pelejar para criar os sete filhos. Só. Com doce. O que ficava de menino com o nariz espetado na janela, que nem pardal querendo roubar pão da mesa de gente, nem te conto. Um mundo! Esqueceu dos filmes. E o doce? Levado em potes para as casas com mais abastança. Nem por isso acabava de brotar do seu coração, mais doce, mais e mais. Quem não tem vocação para amarga, venha a onda que for — não arrasta. Nem salga.
Nesse meio tempo, teve de botar as cartas, as letras, os filmes, histórias de lado. Para depois. Mas depois sempre vem. Os sete filhos criados foram cada um para um lado. Nenhum puxou o jeito doce, todos traziam o selo do pai: sério, preocupado com essa coisa de fazer dinheiro. Os filhos, iguais, foram buscar o ouro no pote do final do arco-íris. Teresa queria era o pote. E o arco-íris. O ouro, se tivesse, botava de enfeite num bolo.
Um dia, procurando cortes de fazenda para fazer um vestido novo de Natal, deu com as cartas da prima. Que saudade de escrever! A prima, já morta, escrever para quem? Os filhos trabalhavam tanto, os netos e bisnetos nunca iriam responder...
— Pra mim, ué. Então, eu não sou alguém?
A mão, treinada de doce, buscava um gosto de começar. Com canela ou sem? Pitada de baunilha, sim ou não? E foi soltando a imaginação, brotando o caldo em calda. Uma vida toda para contar, bem temperada. Doce que nem ela. Feito compotas guardadas em porões secretos, coisas simplezinhas que, envelhecidas, se tornam finas iguarias que adoçam a mesa dos reis. Escreveu, escreveu, escreveu. Depois amarrou o monte de cadernos de espiral com uma tira de chita florida. E deixou para lá.Até que um dia... (sempre tem um dia que as coisas mudam, sei lá por quê)..."

*(" O doce de Teresa", in “25 SINOS DE ACORDAR NATAL”, de Flávia Savary, ilustrações da autora, Editora Salesiana, São Paulo, SP, 2001)
...quer saber o final????
Escolha uma boa livraria ou biblioteca e deleite-se!!!! VALE A PENA!!!

sexta-feira, 20 de março de 2009

PeNsAnDo...


"Que vida triste a do giz!


A minha também é assim.


A cada verso que escrevo


Vai-se um pedaço de mim!"

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

A cRiSe... QuAl MeSmO??????

Um dos assuntos mais ouvidos, comentados, divulgados e criticados atualmente é a tal CRISE MUNDIAL. Economistas, empresários, políticos, curiosos, autoridades e doutores no assunto, inclusive o Seu Joaquim da padaria tem o assunto na ponta da língua (e do lápis!!).
Fico me perguntando: como isso me afeta direta ou indiretamente? Produtos mais caros? Juros maiores? Dívidas? Sim, com certeza! Mas o que eu menos esperava era que isso afetasse também meu círculo de amizades.
Programinhas como restaurantes, cinema, churrascos, viagens, todos tem sido afetados em função da tal crise, afinal, é necessário o corte de gastos. Mas o que me incomoda é o fato de perder meus "amigos" por não ser capaz de acompanhar o nível econômico de cada programa!
Minha dúvida é: será que preciso alcançar o nível econômico dos meus "amigos" pra não ficar de fora?
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PROCURA-SE AMIGOS DE LIQUIDAÇÃO E COM JUROS MAIS BAIXOS!!!