...Talvez esteja mais próximo da imagem que eu gostaria de realmente usar agora...quem sabe!Bem, como já dizia, Jesus era alguém de personalidade bastante intrigante!
Ainda citando Augusto Cury, em " Análise da Inteligência de Cristo", podemos relacionar algumas destas características tão intrigantes da personalidade de Cristo. Vejamos:
- Não cresceu debaixo da cultura clássica de sua época;
- Produziu pensamento de profunda complexidade;
- Perturbou profundamente a inteligência dos homens mais cultos com apenas 30 e poucos anos de idade;
- Chocava os intelectuais;
- Cresceu humildemente e, ao invés de se preocupar com suas próprias dores e querer que o mundo girasse ao seu redor, ele se preocupava mais com as dores e necessidades alheias;
- Muitos não o toleraram, mas ele foi tolerante com todos e dócil com seus mais poderosos opositores;
- Foi incompreendido, rejeitado, zombado, cuspido no rosto, ferido física e psicologicamente. Porém, apesar da miséria e sofrimento, não desenvolveu uma emoção agressiva e ansiosa; pelo contrário, ele exaltava tranqüilidade diante das mais tensas situações e ainda tinha fôlego para discursar sobre o amor no mais poético sentido;
- Cristo era imprevisível, mas tinha plena consciência do que fazia;
- Tinha metas e prioridades bem estabelecidas;
- Era seguro e determinado, ao mesmo tempo flexível, extremamente atencioso e educado;
- Tinha grande paciência para educar, mas não era um mestre passivo, e sim provocador, levando as pessoas a pensarem e não apenas “engolirem” o que dizia;
- Ele despertava a sede de conhecimento em seus íntimos;
- Não se preocupava em informar as pessoas, mas formá-las;
- Era econômico ao falar, dizendo muito com poucas palavras;
- Era ousadíssimo em expressar seus pensamentos, embora vivesse numa época em que imperava o autoritarismo;
- Era corajoso em expressar-se;
- Mesclava a singeleza com a eloqüência, a humildade com a coragem intelectual, a amabilidade com a perspicácia;
- Falava poeticamente de suas misérias;
- Não procurava ser o centro das atenções;
- Não se auto promovia nem se auto elogiava;
- Não falava de sua identidade claramente, mas deixava as pessoas que conviviam com ele usarem sua capacidade de pensar e a descobrissem por si mesmos;
- Convivia com todos sem qualquer valor social;
- Nunca discriminou ninguém e era avesso a isto;
- Ele se doava sem esperar nada em troca;
- Cristo dava mais importância à história das pessoas do que aos pecados cometidos por elas, como ato moral em si, pois amava as pessoas e não o que elas faziam;
- Gostava de ouvir as pessoas e entrava no mundo delas, percorrendo a trajetória de suas vidas.
Enfim, escreveria linhas e linhas a respeito desta personalidade tão intrigante e ao mesmo tempo tão fascinante!
E ainda me restaria a pergunta: é possível ter sido Cristo uma invenção da mente humana?
Se inventamos apenas aquilo que conhecemos ou temos como capacidade através de nossa bagagem intelectual ou pelo que vivenciamos e temos a necessidade de desenvolver para facilitar nossa vida, como um ser humano, impossibilitado por sua natureza a ter a personalidade de Cristo, geraria um personagem como ele?
Me perdoem os céticos: é impossível!
Ele realmente existiu!!!
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