quarta-feira, 5 de agosto de 2009

AiNdA sObRe O tAl JeSuS...

...Talvez esteja mais próximo da imagem que eu gostaria de realmente usar agora...quem sabe!

Bem, como já dizia, Jesus era alguém de personalidade bastante intrigante!
Ainda citando Augusto Cury, em " Análise da Inteligência de Cristo", podemos relacionar algumas destas características tão intrigantes da personalidade de Cristo. Vejamos:

- Não cresceu debaixo da cultura clássica de sua época;
- Produziu pensamento de profunda complexidade;
- Perturbou profundamente a inteligência dos homens mais cultos com apenas 30 e poucos anos de idade;
- Chocava os intelectuais;
- Cresceu humildemente e, ao invés de se preocupar com suas próprias dores e querer que o mundo girasse ao seu redor, ele se preocupava mais com as dores e necessidades alheias;
- Muitos não o toleraram, mas ele foi tolerante com todos e dócil com seus mais poderosos opositores;
- Foi incompreendido, rejeitado, zombado, cuspido no rosto, ferido física e psicologicamente. Porém, apesar da miséria e sofrimento, não desenvolveu uma emoção agressiva e ansiosa; pelo contrário, ele exaltava tranqüilidade diante das mais tensas situações e ainda tinha fôlego para discursar sobre o amor no mais poético sentido;
- Cristo era imprevisível, mas tinha plena consciência do que fazia;
- Tinha metas e prioridades bem estabelecidas;
- Era seguro e determinado, ao mesmo tempo flexível, extremamente atencioso e educado;
- Tinha grande paciência para educar, mas não era um mestre passivo, e sim provocador, levando as pessoas a pensarem e não apenas “engolirem” o que dizia;
- Ele despertava a sede de conhecimento em seus íntimos;
- Não se preocupava em informar as pessoas, mas formá-las;
- Era econômico ao falar, dizendo muito com poucas palavras;
- Era ousadíssimo em expressar seus pensamentos, embora vivesse numa época em que imperava o autoritarismo;
- Era corajoso em expressar-se;
- Mesclava a singeleza com a eloqüência, a humildade com a coragem intelectual, a amabilidade com a perspicácia;
- Falava poeticamente de suas misérias;
- Não procurava ser o centro das atenções;
- Não se auto promovia nem se auto elogiava;
- Não falava de sua identidade claramente, mas deixava as pessoas que conviviam com ele usarem sua capacidade de pensar e a descobrissem por si mesmos;
- Convivia com todos sem qualquer valor social;
- Nunca discriminou ninguém e era avesso a isto;
- Ele se doava sem esperar nada em troca;
- Cristo dava mais importância à história das pessoas do que aos pecados cometidos por elas, como ato moral em si, pois amava as pessoas e não o que elas faziam;
- Gostava de ouvir as pessoas e entrava no mundo delas, percorrendo a trajetória de suas vidas.
Enfim, escreveria linhas e linhas a respeito desta personalidade tão intrigante e ao mesmo tempo tão fascinante!
E ainda me restaria a pergunta: é possível ter sido Cristo uma invenção da mente humana?
Se inventamos apenas aquilo que conhecemos ou temos como capacidade através de nossa bagagem intelectual ou pelo que vivenciamos e temos a necessidade de desenvolver para facilitar nossa vida, como um ser humano, impossibilitado por sua natureza a ter a personalidade de Cristo, geraria um personagem como ele?
Me perdoem os céticos: é impossível!
Ele realmente existiu!!!

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